sexta-feira, 30/10/2026

33° Macapá Poucas nuvens · máx 33° mín 26°

Petrobras finaliza perfuração no Amapá e anuncia nova descoberta de petróleo; relembrando a trajetória da exploração na região

A Petrobras anunciou que finalizou as operações de perfuração no poço Morpho, localizado na Bacia da Foz do Amazonas, a cerca de 175 km da costa do Amapá, com a confirmação da presença de…

Compartilhe:

A Petrobras anunciou que finalizou as operações de perfuração no poço Morpho, localizado na Bacia da Foz do Amazonas, a cerca de 175 km da costa do Amapá, com a confirmação da presença de petróleo em uma terceira área do poço. A conclusão das atividades, que ocorreu nesta quinta-feira (29), marca um momento importante para a empresa, que registrou três descobertas de óleo em apenas três meses.

A lâmina d’água no local é de impressionantes 2.886 metros, e após finalizar a coleta de dados geológicos, a Petrobras agora inicia o processo de fechamento do poço, um procedimento padrão que visa garantir a segurança do local. Vale ressaltar que o término da perfuração não significa que a empresa perderá o interesse na área.

A sonda de perfuração, após o encerramento das atividades no Amapá, seguirá para a Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, onde dará continuidade aos trabalhos em outra área promissora, conhecida como Mãe de Ouro.

As descobertas na Foz do Amazonas ocorreram em um curto espaço de tempo, começando em agosto, quando a primeira confirmação de petróleo leve foi registrada. Em outubro, a Petrobras anunciou mais duas descobertas, reforçando o potencial energético dessa região que se mostra cada vez mais promissora.

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, expressou otimismo em relação ao futuro das operações na Margem Equatorial, destacando a eficiência dos trabalhos realizados. Ela também afirmou que o sucesso das descobertas reflete a dedicação da empresa em garantir a segurança energética do Brasil nos anos vindouros.

A Margem Equatorial, onde se encontra a Bacia da Foz do Amazonas, é considerada uma das principais fronteiras exploratórias do país, atraindo a atenção da indústria petrolífera devido ao seu potencial geológico. No entanto, a exploração da região também levanta questões ambientais que estão no centro dos debates sobre a atividade petrolífera no Brasil.